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Américo Rodrigues
Filipe Sousa
Kate Smith
Nuno Veiga

18 Agosto 2018 · 21h30 · Ler Devagar


Américo Rodrigues
, poeta, actor, encenador, dramaturgo, performer e programador cultural. Exerceu funções de animador e programador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (1979-1989) e na Câmara Municipal da Guarda (1989-2005), tendo sido Director do Teatro Municipal da Guarda (2005-2013) e Coordenador da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (2015-2018). Nesta altura desenvolve projectos de teatro e escrita com cidadãos marginalizados. Foi um dos fundadores do colectivo Aquilo Teatro, da Associação Luzlinar e do Teatro do CalaFrio. Coordenou os cadernos de poesia Aquilo (1982-1997) e foi co-director da revista Boca de Incêndio (2004-2006), entre outras publicações. É o editor de Bosq-íman:os livros. É autor das seguintes obras de poesia sonora: Despertar do funâmbulo (2000, cd-áudio), Escatologia (2003, cd-áudio), Trânsito Local Trânsito Vocal (2004, com Jorge dos Reis, cd-áudio), Aorta Tocante (2005, cd-áudio), Cicatriz:ando (2009, cd-áudio), Porta-Voz (2014, cd-áudio) e Parlatório (2017, cd-áudio).
É também autor de vários livros de crónicas, poesia, teatro e ficção, e realizou várias performances com a sua poesia sonora, que apresentou em festivais e no âmbito de exposições em diversos lugares do mundo.


Filipe Sousa
, pianista português radicado no Reino Unido. Compositor e promotor de encontros em diferentes contextos sociais no Reino Unido e um pouco por todo o mundo. Especializado em trabalho colaborativo e participativo com artistas e comunidades das mais diferentes idades, competências e nível de formação. Foi convidado para a criação de instalações sonoras e para a escrita de música para ensembles, teatro, cinema e dança. Filipe fundou o Quest Ensemble, um trio contemporâneo de piano. Lecciona, actualmente, no Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance e na Guildhall School of Music and Drama em Londres.
O seu trabalho como compositor e performer encontra-se frequentemente relacionado com o movimento, com um forte sentimento de ritmo. Os seus interesses sobre os detalhes e as peculiaridades do som conduziram-no para campos relacionados com a sound art, sound design e composição. Colabora frequentemente com coreógrafos, artistas visuais e directores de teatro. Seja compondo ao piano, através de uma instalação multicanal ou em projectos idealizados colectivamente o seu objectivo é conduzir os ouvintes num percurso que os desafie e os surpreenda. Em 2008 vai viver para Londres e dedicar-se em exclusivo ao som e à música, tendo obtido a MMus e uma bolsa de estudo pela Guildhall School of Music and Drama.


Kate Smith
é uma cantora versátil. Trabalhou em Nova Iorque, Pequim e Londres. Obteve a sua licenciatura em Filme e Estudos Asiáticos pela Columbia University (2009) e estudou Vozes Clássicas na Guildhall School of Music and Drama (2015), onde obteve o seu MMus (2017), seguido de bolsa de estudo em 2018. Kate sempre se mostrou interessada em explorar a sua voz, cantando em estilos muito diversos, em diferentes coros e bandas. Kate trabalha em diferentes contextos performativos que combinam música e teatro. Privilegia a colaboração com outros artista com o objectivo de criar composições originais e trabalhos dramáticos tanto na música como no teatro que cruzem fronteiras tais como em Spitalifields Music (2018) e Antichorus (2016) com o compositor Tom Green. Ávida improvisadora, é a fundadora do The Embodied Voice, uma série de workshops que combinam a voz, o movimentos e improvisação. Actualmente é a Directora Artística de THAT!, um ensemble que combina as vocalizações e o movimento.

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Nuno Veiga tem desenvolvido o seu trabalho na área das artes performativas nos últimos 15 anos em várias vertentes: professor, artista sonoro, videasta e actor. Em Portugal, trabalhou como actor com vários encenadores, tais como Luís Castro, Ricardo Pais, Nuno Carinhas e Jorge Fraga. Como sound designer, fez o som para os espetáculos Bestas Bestiais (Teatro Nacional Dona Maria II), Querido Monstro e Sr. Henri, entre outros. Em 2011, vai para o Reino Unido onde colabora em vários projectos com diversas companhias e instituições, entre as quais destaca: London College of Fashion, Young Vic, Royal Academy of Dramatic Art, Soho Theatre, Knot Theory, Hide Tide, Theatre Absolute, Rambert, Battersea Arts Centre. É artista associado da Spare Tyre. Em 2015 e 2016 trabalhou como sound designer e consultor para o Edinburgh International Festival. Em Londres descobriu a sua faceta de improvisador sonoro, envolvendo-se em vários projectos tais como Skronk, NoiD, Cojones Spirituales e Fuck Popox2.

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