Nariz Entupido e Alienação apresentam:

Ricardo Remédio
Ježek & Kurepa
FARWARMTH + [un]stable

18 Maio 2017 · 22h00 · Teatro Ibérico

 

Amplamente conhecido como membro fundador de LÖBO, Ricardo Remédio fez nascer a solo RA no qual surgiu “Rancor”, EP lançado pela reputada editora nortenha Lovers & Lollypops. Nomes particularmente marcantes e sonantes, como JK FLESH, Daniel O’Sullivan, Necro Deathmort e Blac Koyote, foram responsáveis pelas quatro remixes, lançadas em 2014, complementando e reinterpretando cada uma das faixas.

Mais tarde, com maior consistência e a afirmação, decide arriscar na produção musical como figura homónima, através de “Natureza Morta”. Ricardo Remédio contou com a participação de Daniel O’Sullivan, conhecido membro integrante de Ulver, Æthenor e ao vivo com os míticos SUNN O))), na produção. James Plotkin juntou-se para a masterização de “Natureza Morta”, referência pelos trabalhos com Earth, ISIS, Pelican, Nadja, entre outros.
Ricardo Remédio tem vindo a percorrer um caminho a solo bastante notório a nível nacional, tendo participado em diversos festivais de peso como Jameson Urban Routes, Milhões de Festa, Amplifest e Mucho Flow.
Está ainda associado a bandas como Godflesh, Nothing, oOoOO e Suuns com quem partilhou os palcos e primeiras partes.
O seu espectáculo mais recente ocorreu no início deste ano, no desenvolvimento de um convite especial feito pelo conhecido ilustrador O Gato Mariano, para um encontro de artistas nacionais no lisboeta DAMAS.

“Não há baterias ou riffs de guitarra, mas através de programações e densidade de sintetização, no seu primeiro álbum a solo, a mente electrónica de Ricardo Remédio remete-nos para uma atmosfera familiar à de “Älma”, dos LÖBO (…) A cadência repetitiva, os anti-crescendos e a própria sintetização de “Natureza Morta” desenvolvem dinâmicas estranhas e, simultaneamente, cativantes.” – Arte Sonora

Ježek & Kurepa é um duo incógnito no universo da música ambiente, lançado pela editora Golden Mist.
A sua música é muito própria, combinando a composição clássica em piano acústico tocado ao vivo com a distorção e automação eletrónica onde o resultado é uma breve viagem por vários estados emocionais. A sua actuação ao vivo é uma misteriosa e melancólica experiência. Criaram em 2016 as Invisible Sessions com o mote de desenvolver colaborações musicais com mais artistas portugueses. Apresentam agora o seu segundo lançamento Wrong Room #2 que sairá em Abril.

FARWARMTH + [un]stable
Mais uma vez acompanhado por [un]stable (Pedro Menezes) na bateria após a performance que abriu o concerto de Kara-Lis Coverdale na Galeria Zé dos Bois, FARWARMTH (Afonso Arrepia Ferreira) mergulha a fundo no ser humano e no que rodeia o mesmo, sonoriza a efemeridade e eternidade das paisagens interiores e exteriores de toda a existência. Da terra pisada ao céu monumental, por entre densas camadas de instrumentalidade pesadas de emoções no seu limite, a sua sonoridade, ora sombria ora esmagadoramente bela e violenta, revela a paz e o medo de viver na imensidade deslumbrante. No início do ano passado, o seu primeiro álbum “Beneath The Pulse” foi lançado pela Alienação Records, da qual é co-fundador, e marcou o começo de uma série de actuações pelas salas de Lisboa ao longo de 2016. Encontra-se agora no processo de novas composições produzidas entre as cidades de Lisboa, Porto e Braga, em colaboração com jovens músicos e outros artistas.

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Morada Teatro Ibérico : Rua da Voz do Operário, 60, Lisboa (Graça)
Transportes a_734 e_28

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