Sophie Hutchings
/Lucas

29 Abril 2017 · 19h00 · Ler Devagar

Desde os seus primeiros anos a tocar piano enquanto mais ninguém se encontrava em casa dos pais, a australiana Sophie Hutchings tornou-se, nos dias de hoje, numa compositora e interprete reconhecida mundialmente.
Frequentemente comparada a Michael Nyman, Max Richter, Dustin O’Halloran, Nils Frahm, Sophie tem recebido críticas bastante elogiosas, tendo a MOJO Magazine descrito o seu trabalho como “vigoroso, enérgico e extremamente melódico”. O álbum de estreia figurou no Top 5 das produções independentes desta conceituada publicação, tendo continuado a impressionar e a receber mais elogios desde então. As composições de Sophie são emotivas, de um certa ingenuidade até, mas simultaneamente cheias de ironia, convidando-nos a uma escuta atenta e absorvente através das surpresas que é capaz de criar.

Nos seus concertos, Sophie equilibra a beleza da fragilidade com um profundo sentimento de urgência. Há uma densidade que tanto nos pode conduzir para territórios de um certo encantamento, como para zonas mais sombrias. É esta capacidade rara de reunir pólos tão opostos que tornam o seu trabalho tão distintivo, conferindo uma visão autoral bem vincada.
As suas composições são a manifestação de um universo bastante variado ora de melodias elegantes e envolventes ora de momentos mais épicos e urgentes. Juntamente com o piano, o recurso ao violino e violoncelo permitem expandir o horizonte que as suas composições podem adquirir, ao mesmo tempo que lhe dão corpo, aprofundam as pequenas matizes e ligam cada pequeno detalhe tão característico do trabalho de Sophie Hutchings.

“This demands attention and rewards it handsomely. Night Sky is the soundtrack to a film too heartbreakingly beautiful to exist.” Andrew P Street | Mess + Noise
“And always, always, with this album a sense of genuine beauty” Bernard Zuel | Sydney Morning Herald
“Frankly amazing. The whole album holds you in a state of rapture that feels as if you’re about to burst into tears at any second at the sheer beauty of it, and I say that without condition. If there’s a higher praise than that, I can’t think of it. db Magazine

/LUCAS
Antes de haver MEDEIROS/LUCAS, antes de haver O Experimentar Na M’Incomoda, antes de gravar discos, antes de produzir coisas electrónicas, sempre houve uma guitarra. /Lucas é o nome óbvio para a incursão a solo de Pedro Lucas, que ao longo dos anos foi acompanhando caseiramente os seus projectos com composições e exercícios no seu instrumento de eleição. Um concerto só com guitarra eléctrica, com narrativas cruas em temas que vão da melancolia à improvisação agreste e saem felizes. Sem pedais de loops, para quem se questionar.

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